Embrapa Clima Temperado
Sistemas de Produção, 17
ISSN 1806-9207 Versão Eletrônica
Dez./2011
Cultivo de arroz irrigado orgânico no Rio Grande do Sul
Autores

Sumário

Apresentação
Importância Econômica
Implantação da lavoura no sistema pré-germinado
Adubação e correção
Cultivares, população de plantas e época de semeadura
Manejo da Água de Irrigação
Manejo de plantas daninhas
Manejo de Insetos e Outros Fitófagos
Manejo de doenças
Meio Ambiente
Colheita
Pós-Colheita e Industrialização de Arroz Econômia e mercado
Certificação de arroz orgânico

Expediente

CAPÍTULO 3 – Adubação e Correção do Solo

Introdução

o cultivo de arroz irrigado por submersão, os solos sofrem profundas transformações químicas, decorrentes do processo de redução provocado por microorganismos anaeróbios, que utilizam o oxigênio de substâncias oxidadas para o seu metabolismo. As transformações decorrentes do alagamento favorecem a disponibilização de nutrientes, tanto os nativos do solo, quanto aqueles fornecidos via adubação, principalmente o fósforo, o potássio e o cálcio. Também ocorre a elevação do pH dos solos ácidos para valores entre 6,0 e 6,5 e a consequente eliminação do alumínio trocável.

Embora a submersão do solo proporcione melhores condições em termos de fertilidade para as plantas de arroz irrigado, os solos cultivados com arroz irrigado no Rio Grande do Sul apresentam, de modo geral, fertilidade natural de moderada à baixa, tornando a prática da adubação necessária para que se alcancem produtividades que viabilizem economicamente a cultura.

As recomendações de adubação e de calagem para o arroz irrigado utilizam a análise de solo como instrumento básico para determinar as necessidades de utilização de corretivos e fertilizantes. Para tanto, esta deve ser repetida a cada cultivo. Contudo, o sucesso das recomendações depende da adequação da coleta e análise das amostras de solo, da interpretação dos resultados analíticos e dos demais fatores de produção envolvidos, em especial as condições climáticas, cultivar, época e densidade de semeadura, manejo da água de irrigação e manejo integrado de pragas.

Neste capítulo, abordam-se os principais aspectos relacionados à correção do solo e adubação para a produção orgânica de arroz irrigado, fundamentando-se no disposto na Instrução Normativa Nº 64 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (BRASIL, 2008), de 18 de dezembro de 2008, que estabelece o Regulamento Técnico para os Sistemas Orgânicos de Produção Animal e Vegetal e aprova as listas de Substâncias Permitidas para uso nesses Sistemas.

Topo da Página

Correção do solo para o sistema de produção orgânica

No sistema de produção orgânica de arroz, a correção do solo é permitida, devendo atender a dois requisitos básicos: a) ter a necessidade comprovada no Plano de Manejo Orgânico da unidade de produção e b) utilizar como corretivos substâncias autorizadas no Anexo VI da Instrução Normativa Nº 64 do MAPA. Acrescenta-se que a condição de solo submerso mantida durante a maior parte ou todo o período de cultivo de arroz irrigado condiciona transformações químicas no solo, interferindo no manejo de corretivos; o mesmo ocorre para o sistema de implantação da cultura. Os principais aspectos relacionados à correção do solo para o arroz irrigado são descritos a seguir.

Em solos alagados, a correção da acidez acontece naturalmente, como conseqüência do processo de redução do solo. Disso resulta o fenômeno conhecido como autocalagem, que depende diretamente da atividade microbiana do solo, constituindo-se em um processo gradual e progressivo, até atingir um ponto de equilíbrio.

Quando o arroz é implantado nos sistemas pré-germinado, mix ou com transplante de mudas, o fenômeno da autocalagem pode dispensar a aplicação de calcário, visto que as plantas encontram o solo com a acidez corrigida e condições mais adequadas ao crescimento, causadas pelo alagamento do solo, desde o início do ciclo. Por essa razão, não são esperados aumentos significativos na produtividade do arroz, em função da calagem, exceto quando o solo for naturalmente deficiente em cálcio e magnésio.

Já para o sistema de semeadura em solo seco (convencional, cultivo mínimo e plantio direto), a inundação ocorre alguns dias após a emergência. Nesta situação, a correção da acidez e as condições de solo mais adequadas ao crescimento da cultura, provocadas pela inundação, ocorre durante a fase vegetativa. Considerando que é nesse período que a planta absorve grande parte dos nutrientes essenciais, admite-se que a realização de calagem três a quatro meses antes da semeadura é favorável ao arroz, uma vez que proporciona a correção do solo e melhores condições para o desenvolvimento das plantas desde o início do ciclo.

Assim, nos sistemas de cultivo pré-germinado, mix e transplante de mudas, indica-se a aplicação de 1 t ha-1 de calcário (PRNT 100%), para prevenir possíveis deficiências de cálcio e de magnésio, quando o solo apresentar teores de Ca≤2,0 cmolc dm-3 e/ou Mg≤0,5 cmolc dm-3. Para o sistema de semeadura em solo seco, indica-se a aplicação de calcário segundo o índice SMP para pH 5,5, quando o pH em água for 5,5 e a saturação por bases <65%). Ressalta-se que quando o arroz faz parte de um sistema de produção, envolvendo rotação e sucessão de culturas, a correção do solo deve ser estabelecida considerando-se a cultura mais exigente (SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIÊNCIA DO SOLO, 2004).

Em razão do efeito residual do calcário prolongar-se por cinco anos ou mais, a reaplicação de calcário somente deve ser feita após quatro a cinco anos da última aplicação, indicada pelos resultados de nova análise de solo.

Topo da Página

Adubação para o sistema orgânico

A adubação visa prover às plantas de arroz nutrientes em quantidades suficientes para suprir o déficit estabelecido entre sua exigência nutricional e o suprimento do meio de cultivo, incluindo o solo, a água de irrigação e os resíduos de cultivos anteriores. As quantidades requeridas variam, porém, com atributos do solo, condições climáticas, características da cultivar e o manejo praticado.

As recomendações de adubação para o sistema de produção orgânica de arroz irrigado, também devem atender aos requisitos dos Sistemas Orgânicos de Produção Vegetal, tendo a necessidade comprovada no Plano de Manejo da unidade de produção e somente utilizar insumos constituídos por substâncias autorizadas no Anexo VI da Instrução Normativa Nº64 do MAPA. Além disso, devem ter como objetivo a utilização racional de insumos, com vistas à elevação e manutenção dos teores de nutrientes no solo. Pressupõem, ainda, o uso integrado à correção da acidez do solo, às práticas de manejo da cultura e em consonância com os padrões de aptidão de uso da terra para fins agrícolas.

Assim como no sistema de cultivo convencional, as recomendações de adubação para o sistema orgânico de produção de arroz irrigado devem basear-se nos resultados da análise de solo (matéria orgânica, que estima a disponibilidade de nitrogênio, e os teores de fósforo e de potássio).

Em um primeiro momento, as indicações de adubação para o sistema orgânico de produção de arroz estão sendo baseadas nas exigências nutricionais da cultura e em adaptações nas recomendações estabelecidas para o sistema tradicional, considerando as restrições / limitações inerentes aos sistemas orgânicos, particularmente nos períodos de conversão e de consolidação. Novos estudos, específicos para o sistema orgânico, alguns deles já em andamento, após validação pelo setor produtivo, devem subsidiar a revisão das indicações ora propostas, gerando recomendações de adubação específicas para unidades de produção orgânicas.

No Rio Grande do Sul, a pesquisa considera que os diversos fatores determinantes da produção do arroz, em associação com as características edafoclimáticas das regiões agroecológicas de cultivo, determinam diferentes potenciais de produtividade para a cultura. Por essa razão, as indicações de fertilizantes são relacionadas ao incremento de produtividade pretendido, a partir do potencial de produção das diferentes regiões de cultivo (SOCIEDADE SUL-BRASILEIRA DE ARROZ IRRIGADO, 2007).

Ressalta-se que o potencial de produção de uma determinada região refere-se à produtividade média atingida pela cultura na ausência de adubação. Por sua vez, o estabelecimento do incremento de produtividade pretendido para cada lavoura deve fundamentar-se na adequação de todos os demais fatores que influenciam a produção do arroz (cultivar; época e densidade de semeadura e práticas de manejo), elevando-se o nível de expectativa de incremento de produtividade proporcionalmente à sua adequação.

Com base nas limitações de insumos do sistema orgânico, sejam fertilizantes ou substâncias utilizadas no controle de pragas, assume-se que, ao menos inicialmente, o potencial de incremento de produtividade desse sistema é mais restrito que na agricultura tradicional.

Topo da Página

Adubação nitrogenada

O nitrogênio (N) é o nutriente requerido em maior quantidade pelo arroz e também o que proporciona maiores respostas em produtividade. Porém, a resposta da cultura ao nutriente varia muito com as condições climáticas, fertilidade do solo, sequência de culturas, cultivar, época e densidade de semeadura, eficiência de controle de plantas daninhas, estado fitossanitário da lavoura e manejo da água de irrigação.

O suprimento de nitrogênio constitui-se no aspecto crítico relativo à adubação do sistema de produção orgânica de arroz, haja vista a demanda elevada do nutriente pela cultura e o fato de não ser permitido o uso de fertilizantes minerais ou obtidos via processamento industrial. Existe, porém, ampla relação de substâncias e produtos autorizados para uso no sistema orgânico, que podem suprir parcial, ou mesmo integralmente, a demanda do nitrogênio e outros nutrientes para arroz. Constituem-se de materiais orgânicos (compostos, vermicompostos, biofertilizantes e outros resíduos de origem vegetal ou animal, compostos de lixo doméstico, resíduos de biodigestores e de lagoas de decantação e de fermentação e adubos verdes). A descrição detalhada dessas fontes de nutrientes, bem como os requisitos de composição e condições de uso em sistemas de produção orgânica, encontra-se no Anexo VIII da IN 64 do MAPA.

Em razão da baixa concentração de nutrientes de grande parte dos adubos orgânicos, é necessário aplicar normalmente um volume grande de material para suprir a demanda das culturas, o que em determinadas situações pode apresentar dificuldades operacionais. Além disso, parte dos nutrientes está sob a forma orgânica, devendo ser mineralizados para se tornarem disponíveis às plantas.

A associação desses dois fatores, concentração e taxa de liberação de nutrientes de adubos orgânicos, que são extremamente variáveis, é quem determina a disponibilidade de nutrientes para as plantas. Normalmente, os estercos sólidos e resíduos orgânicos com teores elevados de fibras e lignina apresentam maior relação C/N e menores quantidades de nutrientes na forma mineral, decompondo-se mais lentamente e liberando menores quantidades de nutrientes para as plantas. Porém, promovem maior o acúmulo de matéria orgânica no solo, comparativamente aos estercos líquidos, que apresentam maior concentração de nutrientes minerais prontamente disponíveis às plantas (SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIÊNCIA DO SOLO, 2004).

Para estimar o potencial de fornecimento de nutrientes de diferentes adubos orgânicos ao longo do tempo, existem disponíveis na literatura índices médios de eficiência de nutrientes (SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIÊNCIA DO SOLO, 2004). Com base nesses índices e em informações da composição química do material disponível, é possível estabelecer a quantidade de adubo orgânico necessária para suprir a demanda das culturas.

Resultados de pesquisas realizadas no Rio Grande do Sul (REIS, 1998, 2005; REIS et al., 2008; SCIVITTARO et al., 2000, 2001, 2002, 2004, 2005, 2008) relatam a viabilidade de uso de leguminosas de estação fria, como fonte de nitrogênio para o arroz irrigado, uma vez que apresentam elevada capacidade de fixação de nitrogênio e adaptação ao cultivo em áreas de várzea. Nesses estudos, as leguminosas anuais: Trifolium resupinatum (trevo-persa), Trifolium subterraneum (trevo-subterraneo), Trifolium alexandrinum (trevo-alexandrino), Lotus subbiflorus (cornichão-anual) e Vicia angustifolia (ervilhaca-de-folhas-estreitas) e as perenes: Trifolium repens (trevo-branco), Lotus corniculatus (cornichão), Lotus uliginosus (L. pedunculatus, cornichão-dos-pântanos) e Lotus glaber (cornichão-de-folhas-estreitas)

Um indicativo de doses de referência de nitrogênio para o arroz irrigado é apresentado na Tabela 1 (SOSBAI, 2007). Vale destacar a possibilidade de adequação nas doses propostas, levando-se em consideração o histórico da lavoura com respeito à resposta ao nitrogênio; o desenvolvimento vegetativo da lavoura e às condições climáticas, de maneira especial a temperatura e radiação solar ao longo do ciclo.

destacaram-se por fornecerem grande parte ou mesmo a totalidade do nitrogênio demandado pelo arroz cultivado em sucessão.

Tabela 1. Indicativo de doses de nitrogênio para o arroz irrigado, considerando-se a expectativa de incremento de produtividade.

(1) Valores de incremento de produtividade a serem adicionados sobre o potencial de produção médio de uma determinada região, considerando o cultivo na ausência de adubação.

Topo da Página

Adubação fosfatada

O fósforo (P) está entre os nutrientes mais favorecidos pelo alagamento do solo, que promove aumentos significativos em sua disponibilidade para as plantas de arroz. Em razão desse fato, o arroz irrigado apresenta resposta relativamente baixa à adubação fosfatada, mesmo em solos com baixos teores de fósforo disponível, quando secos.

As recomendações de adubação fosfatada para o arroz irrigado são apresentadas na Tabela 2. Estas foram estabelecidas considerando os teores de fósforo no solo extraídos pelos métodos Mehlich-1 e Resina. Este último possibilita o aprimoramento no diagnóstico da disponibilidade de fósforo para solos sob uso intenso de fosfatos naturais, como os sistemas de produção orgânica (SOCIEDADE SUL-BRASILEIRA DE ARROZ IRRIGADO, 2007).

Tabela 2. Recomendação de adubação fosfatada para o arroz irrigado, considerando o incremento de produtividade pretendido.

(1) Valores de incremento de produtividade a serem adicionados sobre o potencial de produção médio de uma determinada região, considerando o cultivo na ausência de adubação.

Os teores de 6,0 mg dm-3 e 20 mg dm-3 de P no solo, para os métodos Mehlich-1 e Resina, respectivamente, são considerados como níveis críticos, acima dos quais a probabilidade de retorno econômico à adubação é muito pequena. As recomendações para solos com teores acima desses valores têm como objetivo repor a quantidade extraída pela cultura, mantendo a fertilidade do solo.

Em razão da importância do fósforo na fase inicial de crescimento do arroz, da baixa mobilidade do elemento no solo e da grande translocação dentro da planta, indica-se a aplicação integral do nutriente na semeadura. No sistema pré-germinado, o fertilizante fosfatado deve ser aplicado e incorporado por ocasião da formação da lama ou após o renivelamento da área, antes da semeadura do arroz.

No sistema de produção orgânica de arroz irrigado, além de adubos orgânicos, que contém quantidades variáveis de fósforo, é possível utilizar fosfatos naturais como fonte do nutriente para a cultura. Por questões operacionais e em razão de sua eficiência comprovada para o arroz irrigado (GOMES et al., 2004, 2005a, 2005b, 2007; GOMES; FERREIRA, 2001), indica-se a utilização de fosfatos natural reativos. Para o cálculo da dose, deve-se considerar até o dobro do teor de P2O5 solúvel em ácido cítrico 2% (relação 1:100).

Topo da Página

Adubação potássica

Normalmente, a resposta do arroz irrigado à adubação potássica é baixa, mesmo em solos com teores baixo ou médio de potássio (K) extraível. As respostas, quando observadas, referem-se à aplicação de doses relativamente baixas do nutriente.

A atual recomendação de adubação potássica para o arroz irrigado considera a capacidade de troca de cátions do solo (CTC) (Tabela 3). Os teores críticos de potássio estabelecidos para o arroz irrigado são três: 45; 60 e 90 mg dm-3, para solos com CTC pH 7,0 < 5,0; entre 5,1 e 15,0 e >15,0 cmolc dm-3, respectivamente. No entanto, para simplificar, as indicações de doses de potássio foram extratificadas em duas faixas: CTC pH 7,0 < 15 e CTC pH 7,0 >15,0 cmolc dm-3.

Tabela 3. Interpretação dos teores de potássio (Mehlich-1) em solos, em função da CTCpH7,0.

<small>As doses de potássio para o arroz irrigado foram estabelecidas com base no teor do nutriente no solo extraído pelo método Mehlich-1 (Tabela 4).

 

 

Tabela 4. Recomendação de adubação potássica para o arroz irrigado, considerando a CTC do solo e o incremento de produtividade pretendido.

(1) Valores de incremento de produtividade a serem adicionados sobre o potencial de produção médio de uma determinada região, considerando o cultivo na ausência de adubação.

Como a absorção de potássio pela planta de arroz ocorre predominantemente na fase vegetativa, em geral, os melhores resultados são obtidos com a aplicação imediatamente antes da semeadura, independentemente do sistema de implantação da cultura. No sistema pré-germinado, o fertilizante potássico deve ser aplicado e incorporado por ocasião da formação da lama ou após o renivelamento da área, antecedendo à semeadura. O parcelamento da aplicação é indicado para cultivos estabelecidos em solos arenosos e orgânicos, onde as perdas do nutriente são maiores. Nestes casos, metade da dose deve ser aplicada antes da semeadura e o restante na diferenciação da panícula.

As opções de fontes de potássio para o arroz produzido no sistema orgânico são restritas; além de fertilizantes orgânicos, que apresentam concentrações variáveis do nutriente, mas normalmente baixas, é permitido o uso de sulfato de potássio e sulfato duplo de potássio e magnésio, sendo as condições para uso descritas  no anexo VIII da Instrução Normativa Nº 64 do MAPA. Com relação a estas fontes minerais, relata-se que a presença do enxofre, em determinadas circunstâncias (doses elevadas – acima de 60 kg ha-1 de K2O – sob condições de temperatura elevada), causar danos à produtividade do arroz, pela liberação de H2S.

Topo da Página

Referências

BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Instrução normativa nº 64. Brasília, 2008. 30 p.

GOMES, A. da S.; FERREIRA, L. H. G.; BENDER, R. R. Uso de fosfato natural no cultivo de arroz, soja e milho, no sistema plantio direto. Pelotas: Embrapa Clima Temperado, 2005a. 35 p. (Embrapa Clima Temperado. Boletim de pesquisa e desenvolvimento, 20).

GOMES, A. da S.; FERREIRA, L. H. G.; SCIVITTARO, W. B.; PEREIRA, R. S. D. Uso de fosfato natural reativo, isolado ou em mistura com fosfato solúvel, em sistemas de cultivo de arroz irrigado no rio Grande do Sul. Pelotas: Embrapa Clima Temperado, 2007. 38 p. (Embrapa Clima Temperado. Boletim de pesquisa e desenvolvimento, 54).

GOMES, A. da S.; FERREIRA, L. H. G. Substituição parcial de fonte solúvel de fósforo por fosfato natural reativo, na cultura do arroz irrigado no sistema de rotação de culturas, em solo de várzea. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ARROZ IRRIGADO, 2.; REUNIÃO DA CULTURA DO ARROZ IRRIGADO, 24., 2001, Porto Alegre, RS. Anais… Porto Alegre: IRGA, 2001. p. 308-310.

GOMES, A. da S.; SCIVITTARO, W. B.; FERREIRA, L. H. G.; BENDER, R. R.; SANTOS, M. Q. dos. Eficiência da substituição parcial de fosfato solúvel por fosfato natural reativo na cultura do arroz irrigado no sistema convencional. In: REUNIÃO BRASILEIRA DE FERTILIDADE DO SOLO, 26.; REUNIÃO BRASILEIRA SOBRE MICORRIZAS, 10.; SIMPÓSIO BRASILEIRO DE MICROBIOLOGIA DO SOLO, 8.; REUNIÃO BRASILEIRA DE BIOLOGIA DO SOLO, 5., 2004, Lages. Anais... Lages: SBCS, 2004. 1 CD-ROM.

GOMES, A. da S.; SCIVITTARO, W. B.; FERREIRA, L. H. G.; BENDER, R. R. Uso de fosfato natural em arroz irrigado cultivado no sistema convencional, em uma mesma área, durante três safras sucessivas. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ARROZ IRRIGADO, 4.; REUNIÃO DA CULTURA DO ARROZ IRRIGADO, 25., 2005, Santa Maria. Anais… Santa Maria: Orium, 2005b. p. 471-473.

REIS, J. C. L. Espécies forrageiras para a Região Sul do Rio Grande do Sul. In: SEMINÁRIO CAMINHOS DO MELHORAMENTO DE FORRAGEIRAS E DIA DE CAMPO DE MELHORAMENTO DE FORRAGEIRAS, 1.; 2004, Pelotas. Palestras... Pelotas: Embrapa Clima Temperado; Juiz de Fora: Embrapa Gado de Leite, 2005. p. 11-31. (Embrapa Clima Temperado. Documentos, 140). Editores técnicos: Andréia Mittelmann, Caroline Marques Castro, Jorge Fainé Gomes.

REIS, J. C. L.; INFELD, J. A.; SCIVITTARO, W. B.; SILVA, J. J. C. da; SILVA, C. A. S. da. Racionalização da aplicação de calcário e fertilizantes para o aumento da sustentabilidade e rentabilidade da integração arroz-pastagens. Pelotas: Embrapa Clima Temperado, 2008. 6 p. (Embrapa Clima Temperado. Comunicado técnico, 199).

REIS, J. C. L. Pastagens em terras baixas. Pelotas: EMBRAPA-CPACT. 1998. 35 p. (EMBRAPA CPACT. Circular técnica, 7).

SCIVITTARO, W. B.; MATTOS, M. L. T.; MARTINS, J. F. da S. Suprimento de nutrientes para a produção orgânica de arroz irrigado. Pelotas: Embrapa Clima Temperado, 2004. 5 p. (Embrapa Clima Temperado. Comunicado técnico, 7).

SCIVITTARO, W. B.; SILVA, C. A. S. da; ANDRES, A.; GALINA, S.; MURAOKA, T. Uso de adubos verdes e de uréia como fonte de nitrogênio para a cultura do arroz irrigado. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ARROZ IRRIGADO, 2.; REUNIÃO DA CULTURA DO ARROZ IRRIGADO, 24., 2001, Porto Alegre. Anais… Porto Alegre: IRGA, 2001. p. 285-287.

SCIVITTARO, W. B.; SILVA, C. A. S. da; ANDRES, A.; REIS, J. C. L.; MATTOS, M. L. T.; TRIVELIN, P. C. O.; MURAOKA, T. Potencial de utilização de leguminosas de inverno como fonte alternativa de nitrogênio para a cultura do arroz irrigado. Pelotas: Embrapa Clima Temperado, 2002. 5 p. (Embrapa Clima Temperado. Comunicado técnico, 81).

SCIVITTARO, W. B.; SILVA, C. A. S. da; ANDRES, A.; SANTOS, G. G. dos; MURAOKA, T. Adubos verdes e mineral como fonte de nitrogênio para a cultura do arroz irrigado. In: REUNIÃO SUL-BRASILEIRA DE CIÊNCIA DO SOLO, 3., 2000, Pelotas. Anais... Pelotas: SBCS-NRS, 2000. 1 CD-ROM.

SCIVITTARO, W. B.; SILVA, C. A. S. da; REIS, J. C. L.; MURAOKA, T.; TRIVELIN, P. C. O. Potencial de fornecimento de nitrogênio (15N) de adubos verdes para o arroz irrigado. Pelotas: Embrapa Clima Temperado, 2005. 22 p. (Embrapa Clima Temperado. Boletim de pesquisa e desenvolvimento, 21).

SCIVITTARO, W. B.; SILVA, C. A. S. da; REIS, J. C. L. Racionalização da aplicação de fertilizante nitrogenado na produção de arroz irrigado. Pelotas: Embrapa Clima Temperado, 2008. 6 p. (Embrapa Clima Temperado. Comunicado técnico, 200).

SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIÊNCIA DO SOLO. Comissão de Química e Fertilidade do Solo. Manual de adubação e de calagem para os Estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. 10. ed. Porto Alegre, 2004. 400 p.

SOCIEDADE SUL-BRASILEIRA DE ARROZ IRRIGADO. Arroz irrigado: recomendações técnicas da pesquisa para o Sul do Brasil. Pelotas, 2007. 154 p.

Embrapa. Todos os direitos reservados, conforme Lei n° 9.610.
Topo da página